28 março 2012

Atividade Paranormal é filmada na Austrália

atividade sobrenatural thumb Atividade sobrenatural filmada na Austrália

Investigadores paranormais podem ter um pedaço novo e surpreendente de informações para usar em sua busca incessante para fazer contato com fantasmas: Parece que eles odeiam doces.

Imagens de uma câmera de segurança mostra uma caixa de doces sendo inexplicavelmente arremessada de uma das prateleiras para o chão.

Filmado em uma loja na Brompton, no Sul da Austrália, é possível visualizar o ocorrido através de vários ângulos. A caixa da fruta Roll-Ups parece ser jogado na prateleira sem ninguém estar perto dela.

O proprietário Norm Hurst permanece perplexo. “Os proprietários anteriores me disseram que o local era mal-assombrado”, disse ele.

Estrelas de um talkshow australiano sugeriram que o fenômeno poderia estar ligado à morte de um boxeador que foi baleado fora da loja em 1998.



Fonte: fatosparanormais

Comer alimentos gordurosos faz seu cérebro crescer


De acordo com uma nova pesquisa, alimentos com grande quantidade de gordura faz  cérebro crescer, além de aumentar a sua barriga.


A pesquisa, que contou com ratos como “participantes” constatou que ratos com novas células cerebrais adquiriram peso mais rápido do que o normal, o que pode oferecer a ciência uma explicação de como o cérebro é capaz de controlar o peso por meio da fome e da alimentação.


Novos estudos ainda precisam ser realizados, mas se for comprovado que a reação dos ratos pode ser a mesmo no homem, novos tratamentos mais eficazes contra a obesidade podem ser feitos.



“Esse tipo de trabalho vai certamente informar a forma como pensamos sobre os fatores subjacentes que se relacionam com a obesidade”, disse Jeffrey Flier, endocrinologista da Harvard Medical School em Boston, EUA, e um dos responsáveis pela pesquisa.


A gordura faz provoca um crescimento considerável de células nervosas em uma parte do cérebro conhecida como eminência mediana. No estudo, os ratos que tiveram uma dieta rica em gorduras criaram quatro vezes mais células do que em uma dieta normal em poucas semanas.


Estes ratos com maior número de células também ganharam peso rapidamente.


“Este é o primeiro passo na tentativa de compreender este processo. Estamos longe de perceber se isso será ou não relevante na obesidade humana.”, concluiu Seth Blackshaw, o responsável pela pesquisa.



Adaptado de jornalciencia

18 janeiro 2012

Migrando



Ae galera, jóia? :)
To fazendo esse post pra avisar que esta semana estarei migrando de Estado, e devido ao trabalho das primeiras semanas o blog entrará em 'recesso'. 
Mas assim que me estabelecer volto a postar as melhores matérias, curiosidades, notícias e tirinhas da internet!
E o blog voltará com novidades, vão rolar promoções por aqui \o/
Então não deixe de acessar o blog. 
Aqui uma lista das 10 matérias mais acessadas do blog de todos os tempos para você:











É isso aí galera! O blog tem mais de MIL postagens, é só você ver que em baixo de cada matéria tem sugestões de outras, tem muita coisa aqui pra você ir vendo enquanto isso... Aproveitem ! 

Abraços à todos os leitores e até breve!

17 janeiro 2012

Isso aí "bicho"

Deixa ela entrar ♫

Promoção

Raciocina comigo


Parar de respirar é a solução? Haha

O quão desesperado você está?

o quanto desesperado você está

TROLL LEVEL HARD

Seu assassino 'desumano'

seu assassino

Deu medinho?

why so fat

Viciados em internet sofrem danos similares ao efeito das drogas


Você se considera um viciado em internet? Se a sua resposta é “sim”, cuidado. Um estudo recente revela que os danos causados no cérebro das pessoas que não vivem sem a internet, são os mesmos das pessoas que consomem álcool, maconha e cocaína em excesso.
O estudo analisa os efeitos da Internet Addiction Disorder – IAD, ou Distúrbio pelo Vício da Internet -, que já é reconhecida pelos órgãos de saúde ao redor do planeta, reconhecendo como doente aquelas pessoas que usam a internet de forma excessiva. Os cientistas analisaram o cérebro desses internautas, e descobriram que o vício em internet pode romper fiações nervosas no cérebro, causando assim um nível de dano cerebral semelhante ao que vemos nos viciados em drogas.


Quem liderou o estudo foi o Dr. Hao Lei, da Academia de Ciências de Wuhan, China. Durante os testes, alguns usuários tinham o seu acesso aos computadores negado. Eles experimentaram angústias e sintomas de abstinência, incluindo tremores, pensamentos obsessivos e movimentos involuntários dos dedos – como se estivessem digitando em um teclado imaginário.



Os cientistas utilizaram uma técnica de ressonância magnética por imagem, para olhar os efeitos do vício na internet na estrutura do cérebro. Os estudos foram realizados com 16 adolescentes que usam a internet de forma moderada, e outros 17 internautas que passam muito tempo conectados. Os resultados foram sendo comparados caso a caso.


Esse tipo de pesquisa, explorando as diferenças entre o cérebro normal e o cérebro de um indivíduo que sofre de vício de internet é algo inovador, já que os resultados mostram um impacto neural semelhante àqueles que sofrem de outros vícios. Isso mostra que as alterações sofridas em determinadas áreas do cérebro não são causadas apenas pelo consumo de substâncias externas, mas também por fatores comportamentais.


O estudo também pode ajudar a requalificar o vício em internet dentro da área médica. Hoje, o vício em internet é classificado como “transtorno compulsivo”, mas pode ser posicionado como “vício” de forma genuína, diante de tais resultados. Porém, novos estudos precisam ser feitos para que o reposicionamento aconteça.

Fonte: techtudo

Ansiedade pode ser causada por cérebro “insensível”



Os ansiosos frequentemente são classificados como hipersensíveis: eles seriam pessoas mais facilmente afetadas pelos acontecimentos e que se sentem ameaçadas com mais facilidadeque as outras. Mas um estudo da Universidade de Tel Aviv sugere que o problema deles pode ser justamente o contrário: talvez eles não sejam sensíveis o suficiente.


O estudo visava entender como o cérebro processa o medo e a ameaça em indivíduos ansiosos e não ansiosos e foi publicado na revista científica Biological Psychology. Para isso, os pesquisadores Tahl Frenkel e Yair Bar-Haim mediram a atividade elétrica cerebral de 240 voluntários enquanto viam imagens que lhes provocavam medo e ansiedade. Um dos testes envolveu um conjunto de imagens que mostravam uma pessoa parecendo progressivamente mais temerosa, em uma escala de 1 a 100. Quando os participantes ficavam ansiosos, a atividade em seus neurônios aumentava e, consequentemente, a elétrica também.


O resultado surpreendeu: a resposta cerebral dos não-ansiosos foi bem mais intensa aos estímulos do que a dos ansiosos. Em outras palavras, os ansiosos, que teoricamente deveriam apresentar maior sensibilidade na percepção de ameaças, demonstraram ser fisiologicamente menos sensíveis a mudanças sutis em seu ambiente.


Para os autores do estudo, os não-ansiosos parecem ter um “sistema de alerta precoce” no subconsciente, o que lhes permite perceber com antecedência tais sinais e se preparar antes que possam reconhecer conscientemente a ameaça. Por outro lado, pessoas ansiosas podem ter um déficit nesse tipo de sensibilidade, o que faz com que tenham uma reação menor a estímulos ameaçadores sutis. Quando a ameaça fica mais clara, eles acabam sendo surpreendidos e muitas vezes reagem mais fortemente por causa disso. Assim, o que se parece com hipersensibilidade em seu comportamento é na verdade a tentativa da pessoa ansiosa decompensar um déficit na sensibilidade de sua percepção.

 Fonte: super.abril
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